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Os Melhores do Mundo: História Completa

Foto do escritor: Canal Cultura POPCanal Cultura POP

Atualizado: 9 de fev.

Após alguns pequenas séries reunindo meus cinco personagens favoritos em diversas aventuras, chegou o momento de encerrar a saga, com uma grande aventura cósmica, que irá reunir dessa vez, não apenas 5, mas 6 de alguns dos maiores ícones da cultura pop, Batman, Darth Vader, Luke Skywalker, Superman, Alvo Dumbledore e Conde Drácula.

Nota Média do Público: 9,4

 

1. O Senhor das Trevas

Era 1045, e dois jovens corriam pelos campos verdejantes de um pequeno vilarejo na Romênia, mais precisamente na região da Transilvânia. Um menino e uma menina, Vlad e Elizabeth, bons amigos desde a infância. Vlad tentava ao máximo alcançar Beth, mas a garota era surpreendentemente rápida. No entanto, com um simples toque, ele conseguiu desestabilizá-la, fazendo-a cair em uma ribanceira. Ele arregalou os olhos, com medo de feri-la, mas a garota rapidamente emergiu, sorrindo, e o puxou para junto dela. Encharcados, dançavam nas águas rasas e, quando menos esperavam, um beijo surgiu. Vlad havia dito que teria que partir para iniciar seu treinamento no exército da Igreja e que teria que deixá-la por um tempo, mas não poderia partir sem antes dizer o quanto a amava. Elizabeth temia que Vlad nunca mais voltasse, mas ele prometeu que retornaria para ela, não importando os perigos que enfrentasse. Com seu amor ardendo no coração, ele seria imortal.

Vlad partiu naquela noite, iniciando seus três anos de treinamento, onde se destacou como o mais habilidoso entre os jovens, mas também o mais brutal. Seu único amigo era um jovem chamado Leon Belmont, tão habilidoso quanto ele, mas nem de longe tão brutal quanto Vlad. Este último era um espadachim brilhante, quase sempre superando Leon, que lhe admirava como guerreiro, mas sempre questionava seus excessos, algo que o jovem ignorava, acreditando que o inimigo merecia o total desprezo e que cada um que caísse deveria sofrer ao máximo. O medo dos outros lhe fortaleceria.

Ao partir para o campo de batalha, Vlad demonstrou que sua brutalidade se amplificava quando a situação apertava. A cada golpe de sua espada, o sangue quente jorrava em seu rosto, e ele amava a sensação. Sentia um prazer quase erótico ao ver a vida deixar os olhos de seus inimigos. Aquilo não era apenas o trauma da guerra; o mal fazia parte do âmago daquele garoto, que, devido à sua brutalidade, recebeu um apelido peculiar de seus colegas: Drácula, "O Dragão".

Ao retornar da primeira batalha, não tardou a pedir Elizabeth em casamento. Ela era a única pessoa que lhe oferecia carinho, a única coisa que ainda o ligava à humanidade. Ele era um forte guardião da Igreja, mas sua sede de sangue o afastava de todos os valores do Deus que jurara defender em seu altar. Seu ódio era desvairado, e ele matava homens, mulheres e crianças sem misericórdia, rasgando os ensinamentos do Senhor sem pensar nele um único instante. Toda essa maldade jamais chegou aos ouvidos ou olhos de sua esposa, que continuava a vê-lo como um homem puro.

Certa vez, ele foi enviado para uma batalha em um país distante, enquanto Elizabeth permaneceu na Transilvânia. Ele não sabia que aquela seria a última vez que a veria com vida. Seguiu para o combate, matando centenas de pessoas e empalando-as com toda a violência. Ao retornar de mais um banho de sangue, viu seu vilarejo em chamas, obra de seus inimigos. Correu entre as chamas e os corpos ensanguentados rumo à sua pequena cabana. No chão, estava Elizabeth, morta, com requintes de crueldade. Ele ergueu seu cadáver nos braços fortes e urrou aos céus. Sentiu que seu Senhor o abandonara. Ele dedicara sua vida a Ele, e, no momento de honrá-Lo, permitiu que sua esposa morresse.

Sedento por vingança, Vlad sabia que não poderia atingir um ser onipresente. Então, descarregou seu ódio contra a humanidade, e, naquele momento, se devotou a fazê-los sofrer até o último homem daquele planeta. Estudou e descobriu a Pedra Carmesim, um receptáculo de poder sombrio que poderia torná-lo praticamente um Deus, mas, em troca, o condenaria a um fardo quase insuportável: a imortalidade através do vampirismo. Cheio de ódio, ele abraçou seu destino e se vendeu em troca do poder. Com sua nova feitiçaria, ergueu o Castlevania, um símbolo de seu novo eu, repleto de monstros, vampiros e entidades, com as quais se vingaria da humanidade.

Durante anos, os guerreiros do Senhor enfrentaram Drácula e seus monstros, conseguindo contê-los, mas perdendo muitas vidas. O Conde podia até ser selado, mas sempre encontrava uma forma de voltar, pois a maldade do homem o tornava mais forte e garantia a manutenção de sua imortalidade.

Seu ódio pela humanidade se dissipou por um instante após 200 anos de guerra, quando conheceu uma linda mulher chamada Josefine. Ela era uma curandeira e acreditava que Drácula poderia usar seu poder em prol das pessoas. Vlad prontamente recusou, mas, ao olhá-la nos olhos, percebeu algo que não podia enxergar na humanidade: esperança, bondade, empatia. Ela abriu o coração do maior monstro do planeta. Ele a ajudou a curar centenas de pessoas, a contragosto de muitos, que suspeitavam que ela usava bruxaria. Ele a amava, e ela, mesmo sabendo quem ele era, o entendeu e correspondia a seu sentimento. Ao fazer amor com ela, cogitou transformá-la em vampira, mantendo-a para sempre ao seu lado, mas não o fez. Sabia que o vampirismo era algo terrível e não queria que ela sofresse como ele, sendo condenada ao inferno no fim dos tempos. Ela lhe mostrou que ele ainda podia ser humano.

Essa possibilidade se prendeu aos pensamentos do Vampiro da Noite. Ele já cometera muitos horrores; talvez não houvesse volta. Mas, com seus sentidos apurados, ele escutou uma segunda batida de coração no interior de Josefine: outra vida, seu filho. Ele nem sequer sabia que ainda era capaz de ter um filho, mas agora sabia que aquilo era possível. Aquilo era um sinal, um recomeço. A vida, naquele momento, havia sorrido para ele mais uma vez.

Mas tudo mudou. Em uma de suas viagens, ela foi deixada sozinha. Nesse período, membros da Igreja invadiram o Castlevania, sequestraram-na e a incineraram na fogueira como bruxa, por se relacionar com o próprio Lorde das Trevas. Ela estava grávida. Drácula perdeu sua mulher e filho em uma única noite. Ele sentia como se um pedaço dele tivesse sido arrancado violentamente. Então, esse era o preço de tentar ser humano? Ser como eles significava se conformar com sua maldade doentia, que ceifava qualquer um que tentasse ser bom em seu mundo? Aqueles miseráveis não mereciam ela, e agora, teriam o monstro que mereciam.

Nesse momento, seu último traço de humanidade morreu. Agora, em seu coração, restava somente o mais puro ódio. Enfurecido, massacrou cada um dos responsáveis e mergulhou de cabeça em uma guerra contra a humanidade. Seu antigo amigo, Leon Belmont, que havia recebido a imortalidade concedida por Deus para confrontar o vampiro ao longo dos séculos, tornou-se seu principal adversário. Belmont havia descoberto a séculos o monstro que Drácula havia se tornado, mas, obviamente não viveu para enfrenta-lo. Mas, como um anjo, ele foi devolvido a vida, pelo menos por tempo o bastante, para que detivesse seu antigo amigo.

Belmont derrotava Drácula repetidamente, selando-o em seu castelo. Porém, após alguns anos, Drácula sempre retornava, obrigando Belmont a enfrentá-lo novamente, até que, um dia, Belmont morreu. Não por falta de poder, mas pela falta de fé, a humanidade de provava imunda, e por isso, seu defensor partiu, lhes deixando a própria sorte.

Drácula ressurgiu outra vez, sendo derrotado por Van Helsing em uma ocasião e por uma legião de monstros que ele mesmo criou em outra (como visto em Drácula: Guerra dos Monstros). Submerso a centenas de metros no oceano, Drácula permanecia em seu caixão, mantendo-se vivo, mas impotente. Contudo, ele sentia a dor e a morte no mundo, e o sangue derramado o fortalecia. Sentiu o surgimento da Liga da Justiça, heróis com poderes tão grandes quanto os seus, mas incapazes de impedir a destruição da humanidade. Sentiu os horrores da Primeira Guerra Mundial e do período anterior à Segunda. Munido desse poder, enfim saiu de seu caixão e nadou pelas águas sombrias até a superfície. Ele se sentia mais forte do que nunca. Não precisava mais dormir nem beber sangue. A raça humana, seu maior inimigo, lhe deu todo o poder que ele precisava. Com um estalar de dedos, fez seu antigo castelo surgir em meio às águas, e dele jorraram todas as aberrações que ele criou, imunes a qualquer truque humano. Seus sentidos captavam tudo a quilômetros: os carros, a fumaça, os gritos. Ele sentia a vida tumultuada das pessoas ao seu redor. Ainda estava próximo de Londres, o local que lhe condenou a décadas submerso. Era lá que seu show começaria.

A humanidade havia abandonado sua fé e se rendido aos seus desejos sombrios. Suas preces não seriam atendidas. Agora, ele teria sua vingança.

 

1.2. Origens Heroicas

A Liga da Justiça era o maior símbolo de heroísmo e esperança do planeta. Seus membros lutavam contra o crime desde o início dos anos 1930, com Batman, Superman e Mulher-Maravilha sendo seus principais líderes. Naquela noite, 8 de maio de 1939, eles eram pressionados por seu próprio governo para entrar na guerra, mas hesitavam, temendo influenciar a história humana além do necessário. Mas naquela noite, em Metrópolis, eles estavam cumprindo o que haviam nascido para fazer: proteger a humanidade daquilo que ela não podia lidar.

Para unir seres tão diferentes em um só time, era necessária uma ameaça imensa, e ela apareceu na forma do tirano Darkseid, rei de Apokolips, que desejava dominar a Terra e extrair dela a Equação Antivida. Suas forças invadiram o planeta por meio de Tubos de Explosão instalados em Gotham e Metrópolis. Para enfrentá-los, Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, Flash, Aquaman, Shazam e Caçador de Marte se uniram.

Batman conseguiu reverter a potência dos Tubos de Explosão, que começaram a puxar todos de volta para o portal. No entanto, Darkseid era poderoso demais para ser afetado. Superman o confrontou diretamente, golpeando-o com tamanha força que o enviou voando para dentro do portal, em direção ao seu próprio castelo. O impacto foi tão grande que destruiu o castelo, fazendo-o desabar sobre o próprio tirano. Batman fechou o portal, encerrando a invasão.

O Cavaleiro das Trevas sabia que Darkseid era uma ameaça sem precedentes e que era necessário eliminá-lo. Batman infiltraria o Caçador de Marte, com suas habilidades de mudança de forma, para descobrir as fraquezas da base do tirano, o que permitiria que a Liga o enfrentasse. Suas tropas eram poderosas demais para serem derrotadas facilmente, mas, se conseguissem matá-lo e explodir o núcleo de Apokolips, poderiam erradicar a ameaça de uma vez por todas. Após semanas de investigação, John forneceu toda a informação necessária, e o plano foi posto em ação.

Hal construiu um portal que levou todos até Apokolips. Flash, usando sua supervelocidade, ultrapassou as defesas de Darkseid, ativando esporos no subsolo do planeta que começaram a explodir, desmontando as defesas de Apokolips. Em meio ao caos, a Liga massacrou os guardas. Superman e Mulher-Maravilha concentraram suas forças em Lobo da Estepe e Kalibak, obliterando os dois maiores servos de Darkseid, permitindo que eles e Batman adentrassem a sala do trono.

Darkseid riu e disse que ninguém, em mais de mil anos, havia sido capaz de destruí-lo, e que eles, seres tão primitivos, estavam loucos se acreditavam que conseguiria mudar isso. Lutando de forma coordenada, a Liga conseguiu escapar dos raios ômega de Darkseid. Batman usou uma poderosa bomba de luz, cegando temporariamente o vilão. Superman então o espancou com golpes poderosos, enquanto Diana o imobilizava com seu laço.

No entanto, Darkseid não cairia tão facilmente. Seus olhos se abriram novamente, disparando raios ômega contra Superman, que teve boa parte de seu traje desintegrado. Batman arremessou explosivos, que arrancaram apenas risadas do titã, enquanto Diana bloqueava os raios com seus braceletes. Em um lance de sorte, um dos raios refletiu no bracelete de Diana e atingiu o peito do vilão, rasgando-o e arrancando um urro de dor. Aproveitando a brecha, Superman lançou sua visão de calor, queimando a armadura de Darkseid e abrindo um enorme buraco em seu peito. Nesse momento, Diana sacou sua espada e, com um salto preciso, cravou-a no coração do monstro, que arregalou os olhos, incrédulo, pois a morte finalmente chegara para ele.

Flash detonou mais esporos, obliterando as forças de Darkseid e encerrando a ameaça de Apokolips pelos próximos mil anos. A Liga retornou para casa com a missão cumprida.

Embora a Liga tivesse enfrentado todos os tipos de forças malignas, quando Drácula ressurgiu, ela se deparou com um desafio além do seu nível. As bestas de Drácula surgiram do nada, atacando todos os cantos do mundo. Mesmo com os esforços da Liga, milhares morreram, e o Conde permanecia trancado em seu Castelo, que, com sua magia, mudava constantemente de lugar e tinha defesas mágicas quase impenetráveis. Por seis anos, a Liga tentou atravessar essas defesas de todas as formas possíveis, sem sucesso. E a cada fracasso, mais pessoas morriam.

Superman até tentou atravessar as defesas, mas quase morreu devido a queimaduras severas. Drácula usou seus poderes para enfraquecer a moral dos seres humanos, deixando-os desanimados e sem esperança. A Liga lutava dia após dia para impedi-lo, mas as forças do mal pareciam infinitas. Eles nunca haviam enfrentado algo como ele, parecia que por mais que o derrotassem repetidas vezes, ele jamais parava, era como se seu poder fosse ilimitado. Milhões morriam, as maiores cidades do planeta, se tornavam verdadeiros pandemônios, fome, miséria, doenças e desastres naturais, Drácula lançava suas pragas sobre a humanidade, matando-a e torturando-a sem que seus monstros precisassem sujar suas garras.

Drácula usava seus poderes quase ilimitados para penetrar na mente de cada ser humano, esfregando na cara deles que cada morte, todo aquele sofrimento, era culpa de cada um. Seu ódio por tudo que a humanidade lhe tirou, agora era disparado em forma de dor e sofrimento contra tudo e todos.

Sua doença era tão incurável que nem seus “Novos Deuses” poderiam salvá-los. Lanterna Verde sentia seus poderes desaparecerem, pois sua força de vontade sumia com o peso das derrotas. Superman, o maior farol de esperança entre os heróis, estava desolado, sentindo-se incapaz de salvar os bilhões que depositavam suas esperanças nele.

Mulher-Maravilha e Batman tentavam sustentar um ao outro, e, por mais incrível que fosse, o Homem-Morcego era talvez o mais centrado entre todos os membros da Liga. Já havia vivido tantas atrocidades que o tempo nas sombras lhe ensinou que a noite é sempre mais escura antes de amanhecer, mas a cada dia que passava, o raiar desse novo sol parecia mais distante.

A primeira baixa veio na Batalha de Metrópolis, em 1944.

A cidade era uma das mais afetadas do Planeta, as pessoas já haviam abandonadas as ruas e se abrigado no subsolo do metrô, enquanto a Liga tentava desesperadamente conter as feras lutando sobre eles. Os heróis estavam exaustos, eram dias e dias sem dormir, lutando, sendo feridos, e antes que pudessem cicatrizar, suas feridas eram abertas novamente. Aquaman tentou usar suas criaturas marinhas para enfrentar os monstros de Drácula. Mas, o próprio vampiro surgiu para confronta-lo. Arthur tinha diante de seus olhos, a chance de mata-lo, de vingar as milhões de mortes em suas mãos. Ele avançou com seu tridente, confiando que atravessaria o peito do vampiro com facilidade, mas, a fadiga e o desespero, lhe cegaram para o óbvio. A única coisa que ele atingiu, foi um imenso nada, uma ilusão, ocultando as verdadeira face do inimigo, que surgiu as suas costas, atravessando uma lâmina em seu peito, fazendo seu sangue jorrar. Superman ouviu o grito mudo de seu amigo, e voou para tentar salva-lo, mas Drácula lhe afastou com uma rajada de energia sombria, que fez a mente de Clark queimar de dentro para fora, por tempo o bastante para que ele se afastasse.

No entanto, Flash foi capturado quando um monstro quebrou sua perna. Lanterna Verde percebeu o perigo que seu amigo corria, e tentou salva-lo, mas a legião de monstros cada vez maior de Drácula, lhe barrou, por tempo o suficiente para que Flash fosse levado.

Os monstros seguiram seu mestre para longe, e cinco heróis restantes encaravam o corpo inerte de seu amigo. A cidade estava em frangalhos, o povo sem esperança, Barry nas mãos do inimigo, e um de seus membros morto, lançado em uma calçada, como se não fosse nada. Suas criaturas retornavam ao mar, cheias de medo, como se soubessem que aquilo era uma guerra perdida. Nem mesmo Batman foi capaz de conter suas lágrimas naquele momento.

Barry foi preso em um calabouço profundo, mal conseguindo mover os membros e com a visão turva. Drácula entrou na cela e disse que queria transformar Barry em um de seus vampiros, mas que ele estava resistindo demais. O Conde, prevendo isso, havia tomado uma "medida" de segurança. Ao olhar para baixo, Barry gritou de horror: suas pernas não estavam mais lá. Drácula riu de maneira doentia e disse que, se ele aceitasse a transformação, os dons vampíricos lhe devolveriam os membros, mas, enquanto isso, o deixaria nas mãos de seus novos "amigos". Diversos vampiros terríveis saíram dos cantos da masmorra e começaram a beber o sangue de Barry, em uma tortura que durou seis longos meses.

Durante esses meses, a guerra da Liga continuou, e os mesmos fracassos. Hal pensava em abandonar o anel, por ter falhado como defensor da Terra. Mulher Maravilha, Batman e Superman discutiam. Batman sabia que se Clark voasse rápido o bastante, poderia talvez conseguir romper o véu do tempo, e mudar suas realidades. Mas o herói recusou, as consequências poderiam ser ainda piores, e no fundo, ele sabia que eles mereciam aquilo. A única coisa que os três seres mais poderosos da Terra poderiam fazer, era olhar um para o outro, sem perspectiva.

Wayne sempre foi um homem de pouca fé, mas quase que poeticamente, marchou até a Catedral de Gotham, no agora deserto centro da cidade, uma metrópole colossal, transformada em uma cidade fantasma. Ele retira seu capacete, e o lança ao chão, sem medo, naquelas condições, pouco importava se alguém descobrisse quem ele realmente era, logo atrás dele, estava Diana, a mulher que ele amava, e que sonhava passar o resto de seus dias, só não podia esperar, que eles seriam tão amargos. Ele se ajoelhava diante o altar, se perguntando, esse era o fim de tudo?

Dos fundos, um velho homem surge dos fundos da Igreja, um padre. Ele olhava curioso para aquelas figuras tão grandiosas, e Batman fez sua pergunta a ele também. Esse é o fim? Apenas dor? Sem esperança? Deus nos abandonou? Diana sabia que Drácula era um guerreiro da igreja em seu passado, e parecia irônico, que agora eles buscassem respostas justamente na origem de seu inimigo. O mirrado homem, aproximou-se do herói, pondo a mão fina sobre seu ombro, e lhe dizendo quase como se seu coração falasse, não! Esse não era o fim do mundo. O homem estava sem dúvida, colhendo o que plantou, mas o Senhor os elegeu para guiar os seus ao amanhã que sonham, algo que Drácula deturpou enquanto ainda era um homem. E ele repetiu o antigo mantra do Cavaleiro das Trevas ´´A noite é sempre mais escura antes do amanhecer´´, e toda aquela dor, indicava que o amanhecer estava próximo. Eles deveriam ter fé, guiar as pessoas como Deus havia lhes destinado a fazer, pois no fim, ele os honraria. Conformado, Batman se levanta, e assim como Diana, agradecem o velho sábio, mas, eles não podiam imaginar que suas palavras iriam surtir efeito tão rápido....

Durante esse tempo, a Liga perdia forças, com dois membros desaparecidos e uma guerra aparentemente interminável. A situação piorou quando Barry finalmente cedeu à transformação, tornando-se um vampiro e espalhando morte por todo o planeta em uma velocidade incrível, destruindo as últimas esperanças dos heróis. No entanto, não era apenas o mundo deles que estava em guerra.

Na Grã-Bretanha, os bruxos acabavam de sair de uma das maiores crises de sua história: a guerra contra Gellert Grindelwald. O responsável por aprisionar o maior bruxo das trevas de todos os tempos foi Alvo Dumbledore, que sabia que um terror ainda maior estava assolando o mundo dos trouxas e, muito em breve, traria consequências para o mundo mágico. Ele conversou com a Cacique Suprema sobre encerrar o isolamento entre bruxos e trouxas, argumentando que, naquela época, a magia não era mais tão impressionante aos olhos dos trouxas e que talvez, apenas unidos, pudessem deter os planos de Drácula. A ideia foi acatada por muitos bruxos ao redor do mundo, mas não por unanimidade. Como uma votação levaria muito tempo, Dumbledore reuniu clandestinamente os bruxos que o ajudaram a deter Grindelwald e começou a traçar planos para, ao lado dos trouxas, impedir a ameaça que pairava sobre todos.

 

2. Animais Noturnos

Gotham City - 1945

As sirenes tocavam, e as viaturas cercavam a ponte que conectava a Ilha Arkham a Gotham City. Bane, Espantalho, Crocodilo, Duas Caras e todos os piores monstros que Gotham havia criado estavam sedentos para levar o terror às ruas de Gotham mais uma vez. Porém, Batman e Robin estavam lá para detê-los.

O Cavaleiro das Trevas derrubou os portões da Casa da Loucura com seu Batmóvel, lançando-o contra o Crocodilo, que foi jogado contra uma parede, saindo de combate. O Maior Detetive do Mundo saltou sobre Bane e cortou seus tubos de Veneno, enfraquecendo-o o suficiente para ser desmaiado por seu gás tranquilizante. Espantalho lançou seu gás do medo contra o defensor de Gotham, que, já preparado com o antídoto, anulou a toxina de Crane, derrotando-o com um único soco. Duas Caras disparou com duas pistolas contra o herói, que o desarmou com seu batarangue, puxou-o com sua batgarra e finalizou com um potente chute no peito.

Adentrando os corredores, Batman se deparou com Hera Venenosa e suas plantas colossais, que lançavam esporos venenosos contra a polícia. Batman saltou sobre os galhos, desviando das ofensivas de Hera e se aproximando da Rainha das Plantas. Porém, ela já havia garantido sua segurança, controlando mentalmente alguns guardas do Asilo. O Morcego derrotou rapidamente os soldados e neutralizou Hera com um simples taser.

Robin aguardava os fugitivos que tentavam escapar de barco, derrotando-os sem dificuldade. A fuga em Arkham estava contida. Batman se preparava para deixar o local, quando percebeu uma fênix branca voando entre as árvores. O Detetive seguiu seu rastro até a costa da ilha, onde avistou um homem de meia-idade, vestido com roupas azuis longas e extravagantes: era Alvo Dumbledore. Batman questionou quem ele era, mas Dumbledore permaneceu misterioso, dizendo apenas que precisava mostrar algo ao herói. Curioso, o Cavaleiro das Trevas permitiu ser aparado pelo bruxo até Hogwarts, onde seria apresentado a um mundo completamente novo. Dumbledore explicou ao Morcego o essencial sobre o mundo bruxo, e como eles também estavam sentindo a crise que esse conflito estava causando. Através de uma profecia cedida pela legilimente Cassandra Trelawney, era dito que coisas ainda piores estavam por vir, e a única esperança viria de um lugar muito, muito distante, além da imaginação de qualquer um. Em resumo, Dumbledore ofereceu uma aliança com os heróis do mundo trouxa, para garantir a segurança tanto do mundo bruxo quanto do trouxa. A partir daquele momento, não existiam mais barreiras entre eles.

Batman enxergava em Dumbledore e seus feiticeiros uma oportunidade de obter um auxílio tático importante para romper a magia suja do Conde, enquanto Dumbledore via a possibilidade de obter aliados para encerrar o conflito e, de quebra, garantir uma trégua definitiva entre trouxas e bruxos. Afinal, eles não eram mais a coisa mais estranha que a humanidade já havia presenciado.

 

3. Por Entre as Estrelas: Parte 1

Coruscant- 5 DBY

Do outro lado do universo, o Lorde Sombrio dos Sith, Darth Vader, se aproximava da órbita de Coruscant com seu imenso Star Destroyer. O Imperador havia convocado-o para tratar de um assunto muito importante, algo que não poderia ser discutido com nenhum militar; era um assunto do Lado Sombrio. Vader adentra a sala do trono e se ajoelha perante a figura pálida e horripilante que ele chamava de mestre, com os olhos amarelos ardendo em ódio. Sidious conta a seu aprendiz que a Força o estava guiando até um artefato chamado Pedra Carmesim, que continha um imenso poder sombrio, capaz de aumentar drasticamente seus poderes — o suficiente para obliterar a Aliança Rebelde e até mesmo trazer Padmé de volta da morte. Sabendo disso, Darth Vader se levanta e lidera suas tropas diretamente ao anel intergaláctico, capaz de realizar saltos no hiperespaço.

Desde o reencontro com seu filho em Bespin, ele sentia seu lado Anakin Skywalker aflorar cada vez mais dentro de si. Sentia vontade de se libertar de seu ódio e se unir a seu filho, mas sabia que isso era impossível. Ele já havia ido longe demais, matado pessoas demais, inclusive as que amava. Para ele, só havia dois destinos: ou traria seu filho para o seu lado e, com ele, destruiria o Imperador, ou morreria como um fantoche patético do Mestre dos Sith.

Enquanto isso, distante da causa da Aliança Rebelde, Luke visitava o antigo planeta Sith de Korriban para confrontar as maiores aberrações que as trevas já forjaram.

Luke cruzava o espaço com seu veloz X-Wing, na companhia de seu fiel parceiro, R2-D2. O astromecânico questionava o destino de seu mestre, Korriban. O antigo lar dos Sith era um planeta totalmente abandonado, largado a catadores de lixo e antigas seitas.

Skywalker acreditava que, para construir a nova ordem Jedi, ele precisaria entender todas as armadilhas do Lado Sombrio, para que pudesse guiar seus alunos a escapar dele, assim como ele mesmo fez. Ao pousar no planeta, o herói contempla uma paisagem deserta, com antigos castelos abandonados e cidades destruídas. Ao caminhar pelas ruas, ele observa as criaturas mais horripilantes de toda a galáxia, que, pouco a pouco, começavam a cercá-lo. De repente, mais de mil coisas terríveis atacam o cavaleiro Jedi. As feras sombrias lançam-se contra Skywalker, que rapidamente saca seu sabre e começa a massacrá-las em uma velocidade absurda, parecendo dominar mais de cem sabres de luz ao mesmo tempo. Mesmo com toda a sua velocidade, o filho do Escolhido começava a ser soterrado pelos monstros, passando a usar explosões da Força para rechaçá-los.

Com todos derrotados, Luke segue sua caminhada até o maior templo dos Sith. Subindo as escadarias empoeiradas do templo, ele vislumbra as estátuas das antigas lendas Sith: Naga Sadow, Freedon Nadd, Darth Nihilus, Vitiate e vários outros. Na porta do templo, Luke é barrado pelo espírito amargurado de Freedon Nadd. O Lorde das Trevas conhecia o poder de Luke e sabia como ele se provou perseverante às tentações de Palpatine, mas jurou que, ao entrar naquele castelo, seu espírito seria destruído pelas trevas. As vozes rasgavam os ouvidos de Skywalker, eram gritos de dor, ódio, medo — todos os piores sentimentos possíveis. Diante de seus olhos, ocorriam batalhas épicas entre Jedi e Sith, mas que não estavam realmente acontecendo. Seu caminho é barrado por Tulak Hord, o maior duelista da galáxia. Não sabendo se podia confiar naquela visão, Luke se previne, ligando seu sabre e bloqueando o ataque de Hord. Sabres vermelho e verde rasgam a escuridão do templo, formando um lindo show de luzes. Com mais habilidade, Hord desarma Luke, mas é atingido por relâmpagos da Força, disparados sem querer por Skywalker. A rajada foi tão poderosa que desintegrou o vilão. Luke não compreendia como havia feito aquilo, mas uma coisa era certa: o Lado Sombrio estava começando a consumi-lo. Ao entrar na próxima sala, ele escuta a voz de seu pai discutindo com Obi-Wan, junto a outra mulher que, mesmo sem nunca tê-la visto, ele sabia ser sua mãe. Ali seria a última cartada para converter o jovem Skywalker.

 

4. Por Entre as Estrelas: Parte 2

Korriban- 5 DBY

Ele podia ouvir sua mãe implorando para que seu pai abandonasse o caminho das trevas e voltasse aos seus braços, mas ele se recusou, enforcando-a até que ela caísse quase sem vida no chão fervente de Mustafar. Luke sente uma dor absurda em seu coração. Ele havia perdoado seu pai anteriormente, mas agora sentia a mesma raiva que o levou a cair em Bespin. Nadd ria de Skywalker, dizendo que sua maior vitória não passava de uma mentira. Agora, Luke sabia a verdade sobre seu pai, e com isso, não poderia perdoá-lo.

Luke resiste, e, através da Força, consegue ouvir a voz de seus pais, que o pedem para resistir. E é o que ele faz. Seu amor por seu pai era maior do que seu ódio. Ele podia sentir, mais do que nunca, que existia salvação para seu pai. Sentia que Anakin Skywalker ainda poderia derrotar Darth Vader, e isso lhe deu motivação para resistir à última tentação do Lado Sombrio.

O templo Sith tremia e começava a desabar, forçando o Cavaleiro Jedi a fugir o mais rápido possível, junto com R2-D2, escapando por um triz.

Agora, ele tinha aprendido a sua lição mais valiosa e estava pronto para seguir a vontade da Força, mesmo que isso o levasse a confrontar seu pai mais uma vez. Pouco à frente, um portal se abre, e uma voz o convida a entrar. Era o Mestre, Obi-Wan Kenobi, e Qui-Gon Jinn. Ele explica a Luke que ele estava se envolvendo em um jogo muito maior do que apenas sua galáxia, mas que, talvez, o universo inteiro estivesse em suas mãos. Porém, para consumar o seu destino, ele precisaria passar pelo portal e encarar o desconhecido do outro lado. E assim ele faz, indo parar em um lugar um tanto inesperado... na Terra, mais especificamente em Metrópolis.

Enquanto isso, em Metrópolis, um exército de bestas vagava pela cidade, enviadas por Drácula para trazer a morte às ruas. Superman, o Homem de Aço, sob a identidade de Clark Kent, corre até a entrada de um prédio, entra na cabine telefônica e, com um rápido giro, sai como o Escoteiro Azul, pronto para defender a cidade.

As aberrações eram tão altas quanto os arranha-céus, e seus corpos eram tão resistentes quanto diamante. Prevendo a destruição iminente, o Último Filho de Krypton voa em alta velocidade, criando um redemoinho de vento ao seu redor e afastando as criaturas da população. Com sua visão de calor, ele começa a desintegrar uma das criaturas enquanto a golpeia em alta velocidade, impossibilitando qualquer reação. A primeira fera vai ao chão, mas a segunda pisa em cima do Homem de Aço, aprisionando-o sob seus pés colossais. Antes de o herói se desvencilhar por conta própria, o auxílio chega na forma de uma intensa luz verde, que gera um punho do tamanho de um caminhão, atingindo em cheio o rosto de uma das aberrações. Superman aproveita a brecha, congela os pés do monstro com seu sopro congelante, os quebra com um soco e, em seguida, leva a fera para o espaço.

Nesse momento, um portal se abre, e Luke Skywalker surge em meio ao caos em Metrópolis. Vendo a destruição que o gigante estava causando, o Cavaleiro Jedi corre para proteger as pessoas. Um prédio desaba sobre alguns civis, e Luke impede que eles sejam soterrados, usando a Força para sustentar as pedras. Superman e Hal observam, impressionados.

Luke usa a Força para empurrar o titã, abrindo espaço para Hal.

Lanterna Verde usa todo o poder de seu anel para, com uma única rajada, atravessar o peito do monstro, fazendo-o cair morto. Porém, o terror estava apenas começando. Uma mancha vermelha começa a derramar sangue pelas ruas da cidade. Era o Flash, o homem que antes o mundo chamava de herói. Superman inutilmente tenta persegui-lo, e Lanterna Verde tenta atingi-lo com um lança-foguetes, mas também falha. Allen estava completamente irracional. Era impossível alcançá-lo, mas talvez fosse possível bater de frente com ele, literalmente. Com toda a sua velocidade, Superman se lança em direção ao Flash, e o velocista não reduz a velocidade, colidindo com seu antigo amigo, da mesma forma que bateria em uma parede de aço. Seus ossos são destruídos, e seu corpo é arremessado a metros de distância — algo que normalmente o mataria, mas, com o poder maligno que residia em seu corpo, isso seria rapidamente regenerado.

Superman aprisiona seu antigo amigo em uma cela especial. Agora, era hora de descansar e esperar a próxima batalha... Só que não, pois pela entrada do salão principal da Sala da Justiça, passariam duas das maiores surpresas daquela tarde.

 

5. Uma Nova Esperança

Metrópolis- 1945

Superman observa Batman adentrando o salão, ao lado de Dumbledore, Newt Scamander e seu irmão, Albefort Dumbledore, Minerva Mcgonagall, Aurelius Dumbledore e outros bruxos e bruxas voluntários, todos ocultos do Ministério da Magia. O Cavaleiro das Trevas explica o pacto que haviam feito, e agora, teriam condições de confrontar Drácula em seus domínios.

Dumbledore observa Flash, vendo a condição terrível que aquele garoto se encontrava, meio homem meio vampiro, e sugere uma poção que pode cura-lo. Superman exigisse que ele a faça imediatamente, mas havia um porém, eles sabiam que as pernas de Allen haviam sido destruídas, e que elas foram recriadas pelo poder de Drácula, caso eles revertessem o efeito da transformação, lentamente ele as perderia. Superman acredita que aquilo era o que Barry desejaria, e permite que aquilo seja feito.

Mulher Maravilha, que estava confrontando os demônios de Drácula no Sudão, é convocada para retornar a base. Luke reabre o portal, e convoca as forças da Aliança Rebelde, que lideradas por Han, Leia e Lando, enviam alguns caças para ajudar na batalha.

Diana reúne o exército das Amazonas, enquanto Hal Jordan convoca a tropa dos Lanterna Verde para realizar um ataque final ao homem que trazia caos a todo o universo.

Flash enfim retoma sua consciência, e começa a se lembrar não só de suas torturas, mas também das atrocidades que havia cometido enquanto vampiro. Diana lhe consola, e fala que não tinha controle sobre seu próprio corpo. Barry rechaça essas desculpas, sabendo que para as pessoas que matou e feriu, aquilo não importava nada, ele não era mais um herói, era apenas um homem fraco e quebrado. Ela desabafa sobre as condições das pernas de Barry, que não os culpa pela decisão. Batman se junta a eles, e diz que se ele não quiser mais ser um herói, eles não poderiam decidir por ele, mas, se ele virasse as costas para o Mundo naquele momento, estaria entregando a vitória ao Drácula, assim como a chance de mostrar quem realmente era para as pessoas.

Flash não iria aceitar que seu último ato fosse de desistência, e se ergue, com dores terríveis nas pernas, mas dor alguma neste mundo, faria com que ele fugisse da chance de se vingar do Conde e acabar com seu domínio maléfico sobre o mundo.

Com suas forças totalmente reunidas, Batman traça um plano de ataque, onde iria liderar a frota com seu jato. As naves rebeldes iriam abrir espaço para que os bruxos disparassem seus feitiços para dissolver as defesas do Castlevania, permitindo que eles entrassem com força total, e rapidamente acabassem com o Lorde das Trevas, imaginando que com sua morte, suas forças rapidamente se renderiam.

As forças do bem começam sua viagem até o QG do Conde, mas não eram os únicos a ir até ali. A Estrela da Morte, utilizando um imenso anel de hiperespaço, cruzava a galáxia junto a alguns destroyers e caças imperiais. Palpatine sabia que poderes imenso protegeriam a Pedra Carmesim, e utilizaria tudo que fosse necessário para obtê-la. Chegando na nova galáxia, Vader sente a presença de seu filho, ele estava naquele planeta, podia sentir.

Palpatine ordena que Vader lidere uma pequena frota de caças tie para fazer o reconhecimento da área, para caso fosse necessário, os destroyers começassem a abrir fogo contra o planeta. Vader acata as ordens e parte para sua missão.

Bruxos em suas vassouras e trouxas em naves seguiam rumo ao Castlevania, sendo recebidos por uma terrível tempestade, com ventos que ultrapassavam as centenas de quilômetros por hora, mas não eram capazes de derruba-los, exceto por alguns raios que atingiram bruxos em cheio. Harpias voavam em sua direção, mas a artilharia rebelde facilmente as obliterou com seus blasters.

Drácula sentia a aproximação do perigo, e posicionou suas tropas fora da redoma de defesa, para abate-los antes que se aproximassem demais. Porém, as criaturas foram surpreendidas por uma chuva de torpedos, vindas de uma nuvem de caças tie liderada por Vader.

Luke sentiu a presença de seu pai, aquilo significava mais problemas.

Drácula se surpreende com a dupla investida, e começa a guiar o fogo da redoma contra ambas as frotas, desintegrando pessoas a naves ao mínimo toque. Era agora ou nunca, Batman exigisse que os bruxos lançassem seus contra-feitiços naquele momento, e assim eles o fazem. O fogo que antes queimava até aço, agora parecia uma mera ilusão, permitindo que ambos os ataques passassem por ele sem dificuldades, deixando o Conde em pânico.

 Quando a tormenta termina, Luke, Dumbledore e Batman já estavam próximos do castelo, quando são atingido em cheio por um torpedo disparado por um Tie. Skywalker mais uma vez usa seus poderes, contendo a queda de nave, que cai como uma pena no chão. Transportes imperiais chegam ao solo, e Stormetroopers rapidamente cercam sua posição. Com seu cinto de utilidades, Batman encontra granadas de fotóns, as arremessando contra os troopers, os cegando tempo o suficiente para que ele os abatesse com golpes de suas manoplas eletrificadas. Luke se lança em direção a legião de soldados, os dizimando com sua lâmina verde. Dumbledore ainda estava se recuperando da queda, quando percebe a aproximação de um caça inimigo, se preparando para disparar contra Batman. Com um Bombarda Maxima, Alvo coloca a nave no chão, mas o homem que sairia dos seus escombros, ficaria em sua mente pelo resto de seus dias.

O antigo jedi, saca seu sabre de luz, e começa a massacrar os bruxos a sua volta, seja rebatendo seus feitiços contra eles mesmos ou simplesmente os desmembrando com sua espada.

Lorde Vader ,arremessa sua lâmina rubra, contra o bruxo, que a repele com protego. Com a força, Vader recupera seu sabre, e rebate todas as azarações lançadas por Dumbledore. Fechando seus dedos, o punho do imperador fechava a traqueia do Maior Bruxo de Todos os Tempos, que sente a vida deixar seu corpo. Com o que lhe restava de consciência, ele balança sua varinha, fazendo com que diversas raízes deixassem o chão, e apertassem o corpo mecânico do sith, o forçando a soltar. Aproveitando a brecha, o mago arremessa várias rochas sobre seu adversário, seguida de incendio e bombarda maxima, para queimar e estraçalhar seu traje. Ele julgava a luta como vencida, até ver a figura sombria sair das chamas, ainda mais furiosa. Com um aceno de mãos, Darth Vader arremessa Dumbledore contra um árvore. O duelo é interrompido, quando surge na mente e no coração do Lorde Sith, um sentimento familiar, seu filho estava por perto, e ele deixaria tudo para trás para encontrá-lo.

 

6. Guerra Absoluta

Castelvania- 1945

Prevendo uma derrota, Drácula deixa seu castelo e parte para o confronto contra os invasores, mas é atacado por Flash, que, usando todos os seus poderes, consegue acertar múltiplos socos no vampiro, até mesmo atingindo-o com descargas elétricas que queimam superficialmente sua pele. Superman chega e, com um poderoso soco, arremessa Drácula para longe, fazendo-o voltar para o interior de seu castelo.

Luke enfrentava os soldados imperiais enquanto lidava com as monstruosidades de Drácula. Superman, com sua velocidade absurda de voo, começa a abater as naves imperiais e usa sua visão de calor para desintegrar as forças do Conde em terra. Os heróis se aproximam das barreiras encantadas de Drácula, e agora os bruxos podem resolver o problema. Erguendo suas varinhas, eles disparam feitiços contra os escudos do castelo, que, complementados com uma azaração de Dumbledore, são suficientemente fortes para derrubar as barreiras.

Mulher Maravilha lidera as amazonas para dentro do local, massacrando tudo e todos pela frente, até que as três noivas de Drácula se colocam em seu caminho. Laura, Valentine e Valpúrnia eram as fiéis concubinas do vampiro ao longo dos séculos, desde a morte de Josefine. Elas desdenham da amazona, atacando-a por todos os lados. Laura surge como um raio pelas costas de Diana, rasgando suas costas com suas enormes garras, abrindo espaço para que a vampira Valpúrnia rasgasse a garganta da amazona com suas presas, se não fosse pelo seu recuo no último segundo. O sangue escorria pelas suas costas enquanto Laura lambia o líquido nas unhas, provocando a heroína, que saca sua espada. Desta vez, ela lutaria para matar. Aproveitando-se da vantagem numérica, as vampiras atacam por todos os lados, mas Diana usa sua velocidade para bloqueá-las quase simultaneamente. Valentine avança com suas garras apontadas para o peito da amazona, que rapidamente dá um passo para o lado, desviando do ataque e agarrando-a pelo pescoço. Puxando-a para trás, Mulher Maravilha brande sua espada rapidamente, cortando a cabeça da vampira em um golpe seco, e erguendo-a perante suas irmãs, urrando de raiva. A vitória não iria escapar; elas iriam pagar, e depois seu mestre. Batendo seus braceletes, Diana arremessa suas inimigas por dezenas de metros. Caindo desajeitada, Laura não consegue retomar o equilíbrio antes que a lâmina reluzente da guerreira a partisse ao meio, derramando seu sangue negro como petróleo pelo barro batido. Valpúrnia tremia, em uma mistura de medo e ódio, tentando fugir. A heroína sacou seu laço, lançando-o em volta do pescoço da vampira e puxando-a para si com toda a força, saltando para interceptá-la no meio do caminho e atravessando seu peito com sua espada de aço, matando a última noiva. Drácula agora sentia a perda, assim como eles. Arthur estava vingando, pelo sangue daquelas aberrações no chão.

O Cavaleiro das Trevas ajudava no conflito, mas suas habilidades não estavam sendo suficientes para lidar com tantos adversários poderosos ao mesmo tempo. Por isso, ele retorna para dentro do transporte e aciona um compartimento que revela sua arma mais poderosa até então, forjada por todos os membros da Liga: o traje Hellbat.

Com um soco, Superman derruba as muralhas do castelo e vai diretamente até a sala do trono de Drácula, onde encontra o Conde pensativo. O Homem de Aço oferece ao vampiro a chance de se render, mas isso não estava em pauta para o vilão, que invoca dois demônios flamejantes para matar o herói. Seres mágicos eram uma verdadeira pedra no sapato do kryptoniano, que sofre para derrotá-los. Antes que pudesse reagir, é atingido pelas costas pela espada mágica de Drácula, que rasga suas costas. Drácula ri, dizendo que não é da sua índole ser covarde, mas que não arriscaria tudo em um confronto justo contra o Homem de Aço. Superman afirma que Drácula está condenado e que nada pode impedir sua queda, mas Drácula responde que seu poder vai muito além de seu corpo; destruí-lo não seria o suficiente.

Lado a lado, Luke e Dumbledore invadem a fortaleza de Drácula, obliterando as defesas do local. Centenas de monstros voam em sua direção, mas magia e força são uma combinação perfeita. Dumbledore paralisa os primeiros com "Petrificus Totalus", para que Luke os fatiasse sem dificuldade com seu sabre. Mais uma leva se volta contra eles, mas Luke começa a obliterá-los com rajadas de poder da Força, enquanto Alvo defende sua retaguarda com "Fogo Maldito", incinerando as feras de Drácula. Com o corredor limpo, eles se dividem.

O bruxo segue em direção à sala onde a Pedra Carmesim está, enquanto Luke segue para destruir Drácula. O último Jedi sente cada vez mais próxima a presença sombria de seu inimigo, mas acaba sendo parado por uma presença familiar: seu pai. Ele sente o frio no corredor, fruto do lado sombrio, mas, ao focar na figura de seu pai, sente um calor escaldante do ódio dentro dele, embora não igual ao de Bespin. Estava mais fraco, vacilante; ele não estava entregue às trevas por completo.

Darth Vader convida mais uma vez seu filho para se unir a ele, algo que Luke prontamente nega. O jovem Jedi sente a bondade em seu pai e lhe implora para deixá-la fluir, mas o medo de Vader não permite.

Vader força um combate com seu filho, que apenas se defende, e implora para que seu pai permita que seu lado bom aflore novamente. O Lorde Sith pressiona seu filho com golpes firmes e incessantes de sua lâmina rubra, que são barrados incansavelmente pela lâmina verde do Jedi. A Força está com Luke, mais do que em Bespin, e Darth sabe que pode perder. Ele ergue o sabre sobre sua cabeça para aplicar um golpe que partiria Luke ao meio, mas ele desvia em altíssima velocidade e o atinge de raspão no pescoço. Em um rápido rodopio de seu sabre, ele poderia matá-lo, mas não o faz. O Sith questiona a piedade de seu filho, afirmando que seu medo diminui sua força. Skywalker revela o que sentiu em Korriban e diz que entende o medo de seu pai e o perdoa pelo que fez. Ele não precisava mais ficar sozinho. Mas o Lorde das Trevas responde com mais ataques, que Luke apenas desvia, sem nem sequer erguer sua espada.

Skywalker, mais poderoso na Força, empurra Vader contra uma parede, fazendo o castelo tremer com o impacto. Ele sabia que tinha o poder de vencê-lo, mas não mataria seu pai. Luke desliga seu sabre e diz, de peito aberto, que se o desejo de seu pai era destruí-lo, que o fizesse agora. Confuso, Vader não tem tempo de raciocinar antes que uma terceira presença entre na sala: Batman.

O Cavaleiro das Trevas exige que Luke vá ajudar Superman, enquanto ele daria um jeito em seu pai. Skywalker encara seu pai; ele sabia que Batman não o mataria, mas talvez não tivesse outra chance de salvá-lo. No entanto, ele sabia que seu destino não estava mais preso ao de Anakin.

Luke aceita, e os dois homens sombrios se encaram. Os explosivos de Batman foram arremessados, mas facilmente interceptados e destruídos por Vader, que agarra o herói pelo pescoço com a Força. Wayne sente sua vida indo embora, quando usa um de seus truques. Do símbolo vermelho do morcego em seu peito, sai um jorro de luz vermelha, que queima boa parte do traje de Vader, fazendo-o recuar e abrindo espaço para um chute poderoso de Batman, que o faz atravessar a parede.

Com o Hellbat, Batman está tão poderoso quanto Vader e começa a socar o Sith com toda sua força, amassando o capacete do Senhor do Mal. Darth usa seu sabre, mas Batman bloqueia todas as investidas com seus braços blindados e contra-ataca com socos diretos no painel de controle da armadura do adversário, complicando sua respiração. Vader usa a Força para lançar Batman pelas paredes, sem sequer feri-lo realmente, mas a cada segundo, aquele traje consome um pouco mais de sua vida.

Vader estava enfraquecido por seus duelos consecutivos e não conseguia focar em exterminar seu inimigo com a Força. Wayne também estava exausto, e a cada soco, suas forças se esvaíam. Vader repeliu Batman com um redoma de poder sombrio, mas o Cavaleiro das Trevas explodiu o piso abaixo deles, desfazendo suas defesas e fazendo-o cair sem peso no chão, usando a Força para amortecer sua queda. Usando sua mochila a jato, o herói voa e dispara mísseis contra o vilão, que os rebate com dificuldade. Usando a Força, Darth Vader derruba um pilar sobre Batman. Aproveitando o espaço, Darth golpeia o traje de Batman com seu sabre, fazendo apenas rasgos superficiais na couraça. Porém, abaixo dela, o homem que o veste está quase desacordado.

Usando sua inteligência, Batman ativa suas manoplas elétricas, mirando seus golpes no peito e na máscara de Vader. Com seu rival desequilibrado, Batman o espanca sem dó, deixando-o sem chance de reagir. Vader sente seu traje falhar, tendo de usar a Força para continuar de pé, sem poder usá-la contra o herói, que o golpeia sem parar, esmagando seus órgãos internos. Ele não suportaria mais. Com um soco derradeiro, Batman parte a máscara de Vader ao meio, observando os olhos amarelos flamejantes abaixo dos visores quebrados.

Porém, esse uniforme consome muita energia vital de seu usuário, fazendo com que Wayne desmaie ao lado de seu rival.

 

7. A Morte do Conde

Drácula estava prestes a matar Superman, mas quando sua espada tomava a direção do pescoço do maior herói da história, uma espada laser verde interrompeu sua trajetória, era Luke Skywalker. Ele empurrou o vilão para longe, e ordenou sua rendição, mas o Lorde das Trevas não cairia sem luta.

Luke saltou sobre seu adversário, que se transformou em uma névoa densa. Luke se perdeu em meio à escuridão, tendo como única luz a lâmina verde de seu sabre de luz.

O poder imundo de Drácula turvava seus sentidos; nem mesmo a Força podia guiá-lo naquele mar ébano em que foi submergido. Ele sentia frio e medo, como se não estivesse à altura daquilo. Mas, ele sabia que era seu destino e que, onde quer que estivesse, a Força estaria com ele, sempre. Fechando os olhos, ele permitiu que a Força tocasse seu corpo, dos pés até o último fio de cabelo. Sem lógica, somente guiado pelos instintos que ela concedia, Luke defendeu com uma única mão uma rajada de fogo infernal lançada por Drácula. Percebendo que sua aura sombria não foi suficiente para intimidar seu jovem adversário, o Conde começou a lançar relâmpagos, jorros azuis saltando do breu infinito sobre eles. Mas o Cavaleiro Jedi desviava de todos com saltos rápidos e sutis, parecendo totalmente calmo e confiante. Drácula invocou sua forma primordial: uma aberração maligna de cinco metros, de pele cinza e escamosa, com dois chifres curvados sobre os olhos — uma visão aterradora, mas não para Luke.

Avançando com seu sabre, Luke rebateu sem dificuldade as rajadas de fogo que jorravam da boca da criatura. Pulando seis metros do chão, fincou sua espada na têmpora do monstro, fazendo o Lorde das Trevas urrar de dor. O inimigo se desfez em uma névoa cinza e fétida, como se estivesse caminhando sobre um oceano de cadáveres putrefatos. Luke sentiu uma certa paz, como se seu inimigo estivesse finalmente derrotado, mas isso se provou precoce. Um borrão negro voou em sua direção, forçando o jovem Jedi a recuar rapidamente, com a ponta da lâmina de Drácula passando a centímetros de seu pescoço.

Agora em sua forma humana, Drácula aplicava golpes rápidos e criativos, tornando cada defesa uma verdadeira luta para Luke. Se ele se desconcentrasse por um único instante, o mataria. E ele sabia que, naquele momento, a vida de todos naquele planeta estava em suas mãos. O vampiro desferia golpes verticais, que poderiam ter partido o Jedi ao meio, mas sua defesa era firme, sem brechas para um contra-ataque. O vigor do monstro parecia não ter fim, assim como o de Luke. Horas pareciam se passar enquanto suas lâminas se cruzavam, em um duelo messiânico entre bem e mal, entre vida e morte. Os músculos de Luke começaram a fraquejar; seus tendões se rompiam, mas a Força o mantinha de pé. Ele não podia cair.

Em um descuido, Drácula travou sua espada com o sabre de Luke em forma de X. Usando a Força, Luke empurrou o pé de apoio do Conde e, em um milésimo de segundo, aplicou um corte profundo no peito do vampiro, abrindo-o de um lado ao outro. Ele encarava aquilo como um golpe decisivo, mas ficou pasmo ao vê-lo se levantar, com sua ferida não derramando nem um pingo de sangue. O vilão bateu seu punho esquerdo contra a ferida, como se a dor lhe fortalecesse, e afirmou, com um sorriso sádico, que Luke não tinha como vencer.

Enquanto isso, Dumbledore continuava sua busca pela Pedra Carmesim, guiado pela magia até o centro de poder do castelo. Encontrou-a atrás de uma imensa porta de aço. Sem tempo para gentilezas, usou Bombarda para explodi-la em mil pedaços e atravessou a estreita ponte de concreto, que levava ao pedestal da aparentemente indefesa pedra. Ao aproximar-se, Alvo notou diversos tubos saltando pelas paredes, apontados para onde ele pisava, e simultaneamente lançando rajadas de fogo vermelho. Usou Protego para se proteger, mas sabia que isso não funcionaria por muito tempo. Ele lançou feitiços e maldições sobre a Pedra, mas ela os rebateu todos, e seu foco nos escudos começou a enfraquecê-lo.

Usando sua imensa sabedoria, mesmo sob pressão, Dumbledore tentou algo que poderia matá-lo, mas seria a única maneira de talvez destruir aquela imundície. Abrindo seus escudos, o maior bruxo de todos os tempos conduziu aquele mar de fogo através da ponta de sua varinha, transformando-o em um fino fio escaldante, e direcionando-o diretamente para o centro da pedra, usando todo o seu poder. Enquanto as paredes desabavam ao seu redor, o cristal vermelho diante dele começou a rachar, com o calor destruindo-o de dentro para fora. Finalmente, ele se partiu ao meio, fazendo todo o castelo tremer.

Luke continuava resistindo a Drácula, quando, de repente, seu adversário parou, como se o cansaço do combate o atingisse de uma vez. A ferida em seu peito começou a derramar sangue cor de ébano, manchando suas vestes brancas. Luke deixou escapar um sorriso sutil, antes de avançar com tudo sobre o vilão, golpeando sua defesa fechada com toda a sua força. Consumido pelo cansaço, Drácula deu uma brecha, e Luke o golpeou de baixo para cima, expondo sua mão. Com um zunido rápido de seu sabre, Luke decepou seu braço, fazendo-o cair no chão negro sob seus pés, junto com sua espada. Um urro de dor escapou da garganta do Conde, que caiu de joelhos. Luke o ergueu com a Força e o lançou contra o chão repetidas vezes, ferindo-o o suficiente para que ele não resistisse.

Luke apontou o sabre para o homem que matou 20 milhões de pessoas em seis anos e lhe ofereceu rendição, dando-lhe a chance de vencer. Nesse momento, o jovem fazendeiro aventureiro de Tatooine se tornava um Jedi. Drácula riu e afirmou que sabia qual deveria ser seu destino. Ele mesmo não suportava mais sua existência. Sem o poder da Pedra, o monstro voltava a pensar como homem, e sua maldade doentia e sem propósito já não fazia sentido.

Disposto a trazer-lhe a paz que almejava, Luke ergueu seu sabre em um movimento transversal e, com um golpe rápido, arrancou a cabeça do Conde. Ele rapidamente desfez a ilusão negra que os cercava, assim como o castelo, que começava a desabar.

Luke corre até Superman, usando a Força para fechar o rasgo em seu peito, recebendo um agradecimento genuíno do herói por salvar sua vida. Skywalker informa que Bruce pode precisar de ajuda, e Superman rapidamente voa em busca de seu amigo em meio ao cataclismo no Castlevania. Com sua visão de raio-x, ele detecta Batman caído entre os escombros e rapidamente o coloca sobre suas costas.

A poucos metros dali, Vader também estava caído. O Homem de Aço tentou salvá-lo, apesar de todas as vidas que ele havia tirado naquela noite. No entanto, o desabamento o enterrou sob toneladas de escombros, e o Escoteiro teve de deixá-lo para garantir a segurança de Batman.

Enquanto isso, Luke saltava entre os destroços, encontrando Dumbledore no corredor central. O bruxo estava pronto para aparatá-los para fora, mas Luke recusou—ele precisava salvar seu pai. Alvo concordou com a cabeça e desapareceu do local.

Seguindo a Força, Luke encontrou Vader soterrado sob as pedras. Com as poucas energias que lhe restavam, começou a remover os escombros, revelando a forma sombria e desfigurada de seu pai. Antes que pudesse levá-lo, uma pilha de pedras desabou sobre Luke, deixando-o inconsciente—mas, ao mesmo tempo, devolvendo a consciência a Vader.

O Sith se levantou com dificuldade, demorando a entender o que estava acontecendo. O poder da Pedra havia se dissipado, mas isso já não importava. O que realmente lhe atingiu foi ver seu filho soterrado diante de seus olhos. Luke arriscara a própria vida para salvá-lo, mesmo sabendo quem ele era.

Então, Vader ouviu a voz de Padmé ecoar em sua mente. Luke era a prova de que ainda havia luz dentro dele. E, naquele instante, os olhos amarelos cheios de ódio foram substituídos pelos belos olhos azuis de Anakin Skywalker—o seu verdadeiro Eu.

Usando seu poder, o Escolhido conteve toneladas de escombros, mantendo-os suspensos no ar, enquanto removia as pedras que prendiam Luke. Com esforço, ergueu o filho nos ombros e o levou para um local seguro. Naquele momento, ele cumpriu sua missão como pai.

Ao mesmo tempo, as feras de Drácula começaram a se desfazer em pó diante dos bruxos e amazonas. A guerra havia terminado.

Flash, exausto, sentiu suas pernas falharem, levando-o ao chão, cercado pelos cadáveres da batalha. Shazam o pegou nos braços e o levou para fora da zona de combate, enquanto o velocista chorava.

Anakin e Luke finalmente chegaram a uma clareira fora do castelo. O velho Skywalker caiu de joelhos, seus pulmões estavam destruídos. Quando Luke recobrou a consciência, se aproximou do pai e o beijou no rosto, dizendo que sempre acreditou nele, que sabia que ele venceria essa batalha.

Erguendo as mãos sobre os pulmões de Anakin, Luke concentrou sua energia. A Força fluía por seu corpo enquanto ele curava os órgãos do pai. Aos poucos, Anakin recuperou a respiração e reuniu forças para falar:

— O-obrigado meu filho, você estava certo, estava certo a meu respeito.

Mas a guerra ainda não havia terminado. Palpatine pairava sobre eles com uma imensa frota imperial. Ele havia sentido a conversão de Vader e sabia que suas tropas haviam falhado—e não iria deixar barato.

 

8. Império Eterno

A frota de Destroyers começou a disparar contra a Terra, concentrando fogo no local onde nossos heróis estavam. Dumbledore e seus bruxos ergueram um poderoso Protego Maxima para protegê-los, enquanto Luke e Anakin reforçavam a barreira com a Força, resistindo à saraivada imperial.

Os olhares de desconfiança contra o Lorde Sith eram evidentes, mas Luke garantiu que, após cumprir seu destino, ele se entregaria e aceitaria sua punição. Diana afirmou que nem mesmo a morte seria suficiente para equilibrar o que ele fez. Anakin apenas assentiu, ciente da gravidade de seus atos e do que precisava fazer agora.

Superman, recuperado, voou ao lado do Lanterna Verde para enfrentar as naves do Império.

Ao mesmo tempo, Anakin e Luke Skywalker interceptaram uma nave imperial e partiram em direção à Estrela da Morte, determinados a destruí-la antes que estivesse apta a disparar.

Lanterna Verde usou seu anel para destruir os Star Destroyers, mas nada se comparava a Superman, que rasgava as naves ao meio com sua força bruta. Sem magia, nada poderia derrotar o Homem de Aço.

Mas então, o pior aconteceu. A Estrela da Morte estava prestes a disparar contra a Terra. O alarme soou no comunicador de Hal, alertando-o. A superarma brilhou, preparando-se para liberar sua energia destrutiva. O pânico tomou conta. Depois de tudo, seria esse o fim? Um único disparo apagaria toda a vida no planeta?

Não. Não naquele dia.

Reunindo cada grama de força de vontade que lhe restava após anos de fracassos, o Último Lanterna Verde ergueu uma barreira colossal entre a Terra e o raio da superarma. O disparo colidiu contra a muralha esmeralda, um ataque capaz de obliterar um planeta inteiro sendo contido pela pura determinação de um homem. A onda de choque atingiu Hal, lançando-o em queda livre em direção à Terra. Superman tentou alcançá-lo, mas estava longe demais.

Mas hoje, ninguém mais morreria.

O Caçador de Marte disparou pelo céu, agarrando Hal e amortecendo sua queda, pousando-o em segurança. Agora era a vez do Superman agir.

Sem precisar se conter, reunindo cada gota de seu poder, Superman atravessou a Estrela da Morte de um lado ao outro, deixando-a inoperante e em contagem regressiva para a destruição. Mas ele sabia que havia milhares de vidas ali dentro. Usando sua velocidade sobre-humana, começou a resgatar os imperiais, retirando quantos pudesse antes da explosão.

Enquanto isso, pai e filho invadiam a estação, abrindo caminho até a sala do trono de Palpatine. Destruíram os guardas que tentaram impedi-los até finalmente ficarem cara a cara com o Imperador.

Sidious riu, zombando de seu antigo aprendiz e de como ele se corrompera por sentimentos mesquinhos.

— Patético...

Seu riso foi interrompido pelos relâmpagos azuis que saíram de seus dedos, atingindo Luke e Anakin. Exaustos, os dois jedi tentavam resistir. Somente juntos poderiam vencê-lo.

Luke avançou primeiro, mas Sidious bloqueou com sua lâmina vermelha. O Imperador saltou para o lado, desviando da investida de Anakin. Pai e filho atacavam em sincronia, mas Palpatine, mais descansado, os defendia sem esforço. Naquele ritmo, não conseguiriam suportar por muito tempo—e mais guardas estavam a caminho.

Usando a Força, Luke ergueu o próprio trono de Palpatine e o lançou contra ele. O impacto derrubou o Sith, fazendo-o perder seu sabre. Sem escolha, Sidious canalizou todo o seu poder, liberando uma tempestade de raios Sith contra os dois. Luke e Anakin tentaram se defender, mas o impacto os jogou no chão.

Vader já não sentia mais seu corpo, tomado por dores agonizantes.

Em um último ato desesperado, ele usou a Força para quebrar as mãos do Imperador, interrompendo a descarga elétrica. E, com um único movimento de sua telecinese, lançou o sabre de Luke direto contra o peito de Palpatine.

O lâmina atravessou o Imperador de um lado ao outro.

Sidious soltou um grito agonizante, caindo para trás. Sua pele, já pálida, tornou-se ainda mais cadavérica.

Ele estava morto.

Luke se ergueu, usando suas últimas forças para arrastar o corpo pesado de seu pai de volta à nave.

Anakin sabia que seu fim estava próximo. Luke o segurou nos braços, acalmando-o.

— Você cumpriu seu destino, pai... Você trouxe equilíbrio à Força.

Com um último suspiro, Anakin Skywalker se uniu à Força.

Luke levou o corpo de seu pai até uma nave de fuga, enquanto Superman finalizava a evacuação dos últimos imperiais. Os heróis deixaram a estação apenas segundos antes de sua destruição. A explosão foi tão intensa que pôde ser ouvida até na Terra.

A frota imperial ficou atônita por um breve momento. Mas logo, os cruzadores restantes fugiram pelo hiperespaço, abandonando os que ficaram para trás—que foram rapidamente capturados pela Aliança Rebelde, liderada por Han, Leia e Lando.

A guerra havia terminado.

 

9. Consequências

Dias se passaram. O mundo estava em frangalhos. As maiores cidades do planeta jaziam em ruínas, e as pessoas, frágeis e humilhadas, tentavam reconstruir suas vidas. Mas seus heróis, os anjos que lhes devolveram a luz, estavam ali para guiá-los.

O terror e a devastação levaram cada ser humano a refletir sobre seus atos. O homem plantou o mal que colheu através de Drácula, e mudar aquela realidade era um dever da humanidade como um todo. Ainda assim, os heróis permaneceriam para orientá-los. Superman foi o mais proativo na reconstrução das cidades e no resgate dos sobreviventes. Como o maior símbolo daquela vitória, ele era a personificação da esperança, aquele que lhes trouxe a paz.

Os três mundos que agora se chocavam foram muito além de uma mera colaboração em batalha; eles se uniram em todas as frentes, misturando tecnologia, magia e força para reerguer a civilização sob uma nova ótica de união. Foi essa aliança que Bruce Wayne carinhosamente apelidou de Liga Intergaláctica da Justiça.

Alvo Dumbledore e os bruxos que o ajudaram na guerra foram levados a julgamento na Suprema Corte do Mundo Mágico. Agora, já não havia mais sigilo sobre a existência dos bruxos. No entanto, era impossível ignorar que, sem suas ações, rompendo leis em nome de um bem maior, o mundo talvez nem existisse mais. Por esse motivo, todos foram inocentados.

Agora livres, eles foram até Barry Allen, que se recuperava em casa ao lado de sua namorada, Íris West, ainda se adaptando à nova vida. Dumbledore garantiu que resolveriam seu problema e que, para a magia, ferimentos como aquele não eram difíceis de curar. Barry foi tratado por Madame Pomfrey, que utilizou poções de crescimento de membros para restaurar suas pernas — um processo acelerado pelo próprio fator de cura do velocista. Em algumas semanas, o Homem Mais Rápido do Mundo estaria de volta.

Enquanto isso, Batman passou um longo período se recuperando após o desgaste do traje, mas sobreviveu. Diana questionou se ele considerava a aposentadoria, afinal, já se aproximava dos quarenta anos e seus ferimentos se acumulavam. Contudo, Bruce se recusou. Seu símbolo e liderança ainda eram necessários, pelo menos por ora. Mas havia algo que ele não poderia mais adiar: pedir Diana em casamento. Sem hesitar, ela aceitou.

A Liga inteira celebrou. Após tantas perdas e tanto sofrimento, o Homem-Morcego finalmente teria a chance de construir uma família e ver seu projeto para Gotham — e para o mundo — se concretizar. Afinal, apesar da dor, lutar pela justiça sempre valeria a pena. O caminho mais fácil poderia trazer vitórias passageiras, quase sempre à custa do sofrimento próprio e dos outros. Mas apenas a justiça e o altruísmo garantiriam uma vitória verdadeira. Esse era o sentimento que invadia o coração de Bruce Wayne naquele momento. Ele via seu sonho ao alcance das mãos — e não o deixaria escapar.

Nos meses seguintes, Barry Allen, com a morte de Drácula, começou a apresentar melhoras em relação ao vampirismo e, com o tempo, se curou completamente.

Já Superman assumiu a liderança da Liga da Justiça em um mundo que, pela primeira vez, parecia mais pacífico. A humanidade aprendera o verdadeiro valor da vida, principalmente depois de ter quase perdido esse direito para sempre.

Em um pronunciamento global, Superman explicou o novo papel dos heróis na Terra. Ele lembrou que, por séculos, os humanos lutaram uns contra os outros. Esperava que agora, ao verem na prática os frutos da maldade e da guerra, eles compreendessem o valor do próximo. O Homem do Amanhã deixou claro que nem ele nem nenhum outro herói poderia protegê-los 24 horas por dia. A humanidade precisava aprender a ser independente — independente para fazer o bem, para proteger a si mesma e ao próximo. Era hora de abandonar o egoísmo, a inveja e a ganância, e abraçar a empatia.

Superman prometeu que sempre estariam lá para lidar com ameaças além da capacidade dos humanos. Mas o maior presente dos heróis ao mundo não era sua proteção — era o seu exemplo. Esse sim, tinha o potencial de salvar o mundo para sempre.

Assim nasceu a Liga Intergaláctica da Justiça, uma aliança poderosa entre heróis, bruxos e a Aliança Rebelde, forjada no campo de batalha e encarregada de levar justiça ao universo — e, acima de tudo, inspirar as pessoas.

E, de fato, nos meses que se seguiram, a criminalidade caiu drasticamente. Em toda parte, atos de compaixão e cooperação surgiram, à medida que os povos trabalhavam juntos para reerguer o mundo.

O bem triunfou sobre a sombra que ameaçava consumir o universo, em uma vitória que mudaria seu destino para sempre.

Hal Jordan manteve um grande portal aberto com seu anel, permitindo que seus aliados intergalácticos viajassem livremente. Luke apertou a mão de seus novos companheiros uma última vez. Sua missão ainda estava longe de terminar — a guerra contra o Império continuava. Mas, com seus novos aliados, ele não tinha dúvidas: venceriam.

Guiado pela Força, Skywalker viajou até Naboo — o planeta natal de sua mãe. Mas não foi sozinho. Levou Leia consigo. Ela não pôde presenciar a redenção de seu pai, mas teria a oportunidade de conhecer sua mãe.

Ao longe, Luke vislumbrou o magnífico Palácio de Theed e logo encontrou informações sobre o Palácio Pessoal da Família Amidala. Sem pressa, ele e Leia caminharam por dias através das paisagens exuberantes de Naboo, até chegarem ao sublime mausoléu de Padmé.

Ali, em frente à antiga tumba, Luke pôde sentir algo familiar. A lápide parecia já ter sido tocada por uma presença forte na Força — seu pai, anos atrás.

Adentrando o local, até mesmo Leia, sem treinamento na Força, sentiu a presença intensa de sua mãe.

Com a mão esquerda sobre a lápide de concreto, Luke falou. Disse à mãe que ela estava certa: havia bondade em seu pai. Agora, seu legado estava salvo. Ele e Leia fariam de tudo para honrá-la como a grande guerreira que foi.

No canto da tumba, três presenças reluzentes surgiram. Eram Obi-Wan, Yoda e Qui-Gon. Ao lado deles, uma quarta figura brilhava ainda mais forte: Anakin Skywalker.

Ele chorava.

Chorava de emoção ao ver sua família reunida.

Naquele instante, Leia sentiu a presença de seu pai. Mas não disse nada. Não sabia se poderia perdoá-lo como Luke fizera.

Anakin assentiu. Leia não viu, mas um dia veria.

Com o tempo, ela entenderia.

O futuro era promissor.



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